HISTORIAndo!

Blog destinado à aqueles que amam História! Escrevam a sua História! Participe! Meu nome é Edevânio Francisconi Arceno , Moro em Garuva -SC! Sou casado com Viviani e pai de Giovanni e Fernanda! Sou acadêmico de Historia-UNIASSELVI - Contato : edevaniopm@terra.com.br.É só Clicar nas imagens abaixo para entar nas páginas! Acompanhe os trabalhos destaques elaborados por alunos! É só clicar! Boa Leitura.

5.7.08

1808-2008- 200 Anos - Brasil , Capital do Império

HISTÓRIAndo

Edevânio Francisconi Arceno
Acadêmico de História – UNIASSELVI

                    1808-2008  -  200 Anos - Brasil , Capital do Império
                                                        ( 1ª Parte)

“Foi o único que me enganou”
Napoleão Bonaparte, nas suas memórias escritas pouco antes de morrer no exílio da ilha de Santa Helena, referindo-se a D.João VI, rei do Brasil e de Portugal.

È exatamente assim, que Laurentino Gomes, ex-editor do Jornal O Estado de São Paulo, da revista Veja e atualmente Diretor da Editora Abril, inicia o seu mais recente livro intitulado 1808, da editora Planeta, fenômeno de vendas e críticas, é atualmente o segundo livro mais lido no país. Em uma linguagem jornalística e de fácil compreensão, este livro traz detalhes riquíssimos sobre a vinda da Família Imperial para o Brasil em 1808, mais precisamente na cidade do Rio de Janeiro. E tudo isso em meio a um dos acontecimentos mais marcantes da História mundial, pois a França transformava um “filho da revolução”, Napoleão Bonaparte, em Imperador.

O BRASIL EM FESTA

No ano que vem 2008, o Brasil comemora o duo centenário da vinda da família Imperial e sua corte para o Brasil, e nós da Folha de Garuva, estaremos fazendo parte desta festa, trazendo aos nossos leitores, a cada edição, etapas desta façanha que impressionou o mundo. Acompanhe-nos nesta viagem, e você perceberá a riqueza histórica deste fato e se perguntará como um Príncipe inseguro e medroso, filho de uma Rainha Louca e esposo de uma Princesa temperamental e desleal, conseguiram enganar e ofuscar o grande Imperador Bonaparte.

O EMBARGO CONTINENTAL

O Imperador Francês e senhor absoluto da Europa, era reconhecido pela sua genialidade militar, conquistava tudo o que via pela frente, submetendo reis e rainhas. A cada conquista não só o seu exército crescia, mas também o seu prestigio, como o conquistador invencível. Realmente por terra ele era invencível, a França contava com um exército de 750 mil homens treinados, equipados e altamente motivados, porém por mar, seu exército era inútil se comparado a competente marinha Inglesa comandada pelo Lord Nelson, impondo derrotas consecutivas a Napoleão. Em virtude disto, Napoleão institui o embargo continental à Inglaterra, ou seja, ninguém poderia comprar ou vender nada à Inglaterra, inclusive Portugal.

A INDECISÃO PORTUGUESA

Portugal mantinha acordos com a Inglaterra há muito tempo, por gratidão, pois foi ela, que depois das Cruzadas, ajudou a expulsar os Mouros das terras portuguesas. Mantinham desde então boas relações cordiais e comerciais. Por outro lado nenhum líder em sã consciência se colocaria contra Napoleão Bonaparte. O príncipe Regente D.João, tinha conselheiros que representavam e defendiam ambos os lados, por causa disto e também porque era extremamente indeciso, ia levando a situação em banho maria, não dizia não à Napoleão e também não restringia totalmente o comércio com a Inglaterra, até que um dia ele recebe uma notícia, Napoleão manda um recado intimando D.João:

“Se Portugal não fizer o que eu quero, a Casa de Bragança não reinará mais na Europa dentro de dois meses”. (GOMES, 2007, p.52).

Na próxima edição, veremos a resposta surpreendente de D. João à ameaça de Napoleão, transformando a História do Brasil e do mundo, é imperdível! Até Lá.

Referências:
GOMES, Laurentino. 1808.1.ed. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2007.

criado por Edevanio    15:57 — Arquivado em: Sem categoria

SÉRIE A SAGA -1808-2008- 200 Anos - Brasil , Capital do Império

HISTÓRIAndo
Edevânio Francisconi Arceno
Acadêmico de História – UNIASSELVI

1808-2008  -  200 Anos Brasil Capital do  Império ( 1ª Parte)

“Foi o único que me enganou” Napoleão Bonaparte, nas suas memórias escritas pouco antes de morrer no exílio da ilha de Santa Helena, referindo-se a D.João VI, rei do Brasil e de Portugal.

È exatamente assim, que Laurentino Gomes, ex-editor do Jornal O Estado de São Paulo, da revista Veja e atualmente Diretor da Editora Abril, inicia o seu mais recente livro intitulado 1808, da editora Planeta, fenômeno de vendas e críticas, é atualmente o segundo livro mais lido no país. Em uma linguagem jornalística e de fácil compreensão, este livro traz detalhes riquíssimos sobre a vinda da Família Imperial para o Brasil em 1808, mais precisamente na cidade do Rio de Janeiro. E tudo isso em meio a um dos acontecimentos mais marcantes da História mundial, pois a França transformava um “filho da revolução”, Napoleão Bonaparte, em Imperador.

O BRASIL EM FESTA

No ano que vem 2008, o Brasil comemora o duo centenário da vinda da família Imperial e sua corte para o Brasil, e nós da Folha de Garuva, estaremos fazendo parte desta festa, trazendo aos nossos leitores, a cada edição, etapas desta façanha que impressionou o mundo. Acompanhe-nos nesta viagem, e você perceberá a riqueza histórica deste fato e se perguntará como um Príncipe inseguro e medroso, filho de uma Rainha Louca e esposo de uma Princesa temperamental e desleal, conseguiram enganar e ofuscar o grande Imperador Bonaparte.

O EMBARGO CONTINENTAL

O Imperador Francês e senhor absoluto da Europa, era reconhecido pela sua genialidade militar, conquistava tudo o que via pela frente, submetendo reis e rainhas. A cada conquista não só o seu exército crescia, mas também o seu prestigio, como o conquistador invencível. Realmente por terra ele era invencível, a França contava com um exército de 750 mil homens treinados, equipados e altamente motivados, porém por mar, seu exército era inútil se comparado a competente marinha Inglesa comandada pelo Lord Nelson, impondo derrotas consecutivas a Napoleão. Em virtude disto, Napoleão institui o embargo continental à Inglaterra, ou seja, ninguém poderia comprar ou vender nada à Inglaterra, inclusive Portugal.

A INDECISÃO PORTUGUESA

Portugal mantinha acordos com a Inglaterra há muito tempo, por gratidão, pois foi ela, que depois das Cruzadas, ajudou a expulsar os Mouros das terras portuguesas. Mantinham desde então boas relações cordiais e comerciais. Por outro lado nenhum líder em sã consciência se colocaria contra Napoleão Bonaparte. O príncipe Regente D.João, tinha conselheiros que representavam e defendiam ambos os lados, por causa disto e também porque era extremamente indeciso, ia levando a situação em banho maria, não dizia não à Napoleão e também não restringia totalmente o comércio com a Inglaterra, até que um dia ele recebe uma notícia, Napoleão manda um recado intimando D.João:

“Se Portugal não fizer o que eu quero, a Casa de Bragança não reinará mais na Europa dentro de dois meses”. (GOMES, 2007, p.52).

Na próxima edição, veremos a resposta surpreendente de D. João à ameaça de Napoleão, transformando a História do Brasil e do mundo, é imperdível! Até Lá.

Referências: GOMES, Laurentino. 1808.1.ed. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2007.

Contador de visita

criado por Edevanio    15:57 — Arquivado em: A SAGA DA FAMILIA REAL, Sem categoria

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA, A TECNOLOGIA DO SÉCULO

 

 

 

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA, A TECNOLOGIA DO SÉCULO Por Edevânio Francisconi Arceno

Equivocadamente muitos relacionam a tecnologia com a informática, pois de que serviria um notebook a um morador do sertão da Paraíba, onde não tem nem energia elétrica. Uma bomba manual, para tirar água do poço, seria uma tecnologia ideal, bem melhor aproveitada e aceita pelo morador do sertão da Paraíba.

Mas não tenha dúvida, depois do invento da roda e da escrita, a informática é a maior referência tecnológica, principalmente com o advento da internet em 1969. Esta tecnologia transformou nossas vidas, direta ou indiretamente, facilitando o transporte, o trabalho, o lazer, propiciando mais moradias, saúde, segurança e principalmente na educação, onde gostaríamos de destacar os avanços tecnológicos. Desde o tempo das Redes Bitnet e Hipnet, onde as Universidades do Rio de Janeiro e São Paulo interligavam-se com os Estados Unidos, apontavam para uma futura democratização da grande rede. A partir de 1993, praticamente todo o território brasileiro, já estava interligado, apesar do morador do sertão da Paraíba, ainda continuar sem a tecnologia da energia elétrica.

A tecnologia na Educação é muito abrangente, desde a climatização das salas de aula até catracas eletrônicas, que registram a entrada e saída dos alunos, mas sem dúvida o maior avanço tecnológico, foi a criação das Universidades de Ensino a Distância, que estreitaram virtualmente suas relações com os mais diversificados tipos de alunos. Os desacreditados cursos por correspondência deram lugar as universidades virtuais, que receberam o aval do governo, até mesmo com a criação da TV escola, um canal de televisão do Ministério da Educação.

A pioneira mundial foi a universidade de Athabasca, Canadá, com milhares de alunos espalhados por 67 países. A maioria nunca pôs os pés no campus, em Athabasca. (ROCHEDO, 2005). Especialistas dizem que a partir de 2015, haverá uma explosão de universidades oferecendo cursos a distância. No Brasil, temos Katherine, ou simplesmente Kat, a caçula da Família Schurmann, mesmo navegando pelo mundo, estuda através dos módulos didáticos enviados pela instituição. Depois de fazer as provas, as redações e os trabalhos, envia via internet para a central da escola de Calvere –Baltimore, nos Estados Unidos, para correção. Mas nem todos concordam com o ensino a distância, o Sr. Valdemar Setzer, professor titular do departamento de ciências da computação da USP, não vê com bons olhos, um relacionamento, virtual entre alunos e mestres, ele acredita que ninguém aprende fora de um ambiente estruturado como a sala de aula.

Gostaríamos de concluir, usando uma frase muito conhecida pelo povo brasileiro, que foi eternizada pelo presidente Lula –“Nunca na história deste país…”, houve tantos alunos universitários, esperamos que o ensino a distância, ganhe cada vez mais credibilidade. Instituições como a UNIASSELVI- Centro Universitário Leonardo da Vinci, vem cumprindo o seu papel, oportunizando às pessoas - que ficaram a margem das universidades devido ao alto custo, ou em virtude do ingresso prematuro no mercado de trabalho - uma chance de voltar a estudar. Nós, os universitários do ensino a distância, é que temos que provar, não apenas ao Sr. Valdemar Setzer, mas à nós mesmos, que o ensino ocorre de fato, independente da distância, e se chegou até nós também pode e deve chegar ao morador do sertão da Paraíba.

REFERÊNCIA ROCHEDO, A. Se Você não vai a Escola… Revista Super Interessante, Rio de Janeiro, ed. 209, p.48-51, mar.2005.

Contador de visita

criado por Edevanio    15:51 — Arquivado em: Sem categoria

Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://historianovicente.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o servio e siga participando do Terra Blog.